O jogo foi bem disputado com o Juventude a entrar melhor e na primeira oportunidade, digna desse nome, aos 25' marcou com a defesa do Mineiro a dar muitas facilidades no cruzamento com a bola a ultrapassar toda a pequena área e Miguel Sousa ao 2º poste a empurrar para o fundo das redes de Miguel Cruz. O Mineiro podia ter empatado por Zé Luís Estebainha, aos 32', depois de um bom trabalho de Nelson Raposo mas o remate saiu muito ligeiramente ao lado. Foi tudo o que se viu na primeira parte, na segunda tudo diferente e o Mineiro a jogar com Zé Mestre mais avançado, conseguiu outra profundidade no ataque e as situações iam-se sucedendo, aos 65' foi Rubenilson que em boa posição remata frouxo, aos 68' Semedo não aproveita um mau atraso para o guarda redes do Juventude e sem ninguém na baliza, muito descaído para a esquerda tenta o chapéu com a bola a sair por cima quando tinha colegas de equipa em melhor posição. Ainda aos 74' na sequência de um canto Paulo Serrão a cruzar para o cabeceamento de Nuno Alves por cima e aos 83' é Zé Mestre que depois de um ressalto de bola e em posição frontal remata forte por cima. Seguiram-se 2 casos de arbitragem no jogo primeiro não mostrou o 2º amarelo a André Xavier que cortou um lance perigoso com a mão aos 84’ e depois aos 90+2’ assinalou um livre em cima da linha da grande área por Miguel Cruz ter agarrado a bola fora da área quando o seu auxiliar, muito melhor colocado nada assinalou. Mas aos 90+4' chega o momento que coloca a justiça no resultado quando o Mineiro já jogava até com os seus centrais a pontas de lança num futebol direto à procura desesperadamente do empate, e na sequência de um remate de Marcos, Welnei de carrinho a cortar a bola com a mão, o árbitro prontamente a assinalar e Nelson Raposo chamado à conversão não desperdiçou e colocou alguma justiça no resultado. Um bom jogo, emocionante e bem disputado que revelou uma grande ambição, espirito de sacrifício e união da equipa tricolor. Nota negativa para o comportamento de alguns adeptos eborenses que se excederam em demasia sem razão aparente para tal comportamento perto do final da partida, com as forças policiais a apreciar o sucedido sem qualquer intervenção.
Jogo com demasiados altos e baixos da equipa de arbitragem liderada por Paulo Rodrigues de Setúbal, gerindo bem a partida numa primeira fase onde os jogadores também colaboraram não criando dificuldades de maior, mas no segundo tempo perdeu-se principalmente em 2 situações, primeiro não mostrou o 2º amarelo a André Xavier aos 84’ depois deste cortar um lance perigoso com a mão e depois aos 90+2’ assinalou um livre em cima da linha da grande área por Miguel Cruz ter agarrado a bola fora da área quando o seu auxiliar, muito melhor colocado nada assinalou. Ainda assim foi corajoso ao assinalar a grande penalidade, e bem, que deu o empate ao Mineiro aos 90+4’.
Juventude Sport Clube
João Vitor; Miguel Sousa (Ruben, 90+3’); Luís Barreiros (Amendoeira, 73’); Walnei; Mesquita; Filipe Abrantes; Vasco Sobral; Laleco; André Xavier (Cissé, 86’); Divaldo (cap); Martelo.
Treinador: Miguel Ângelo
Jogadores não utilizados: Laurentino; Joel; Diego.
Disciplina: Cartões Amarelos: Martelo, 38’; Laleco, 65’; André Xavier, 72’; Vasco Sobral, 84’; João Vitor, 90+3’); Walnei, 90+4’; Cissé, 90+4’.
Golo: Miguel Sousa, 25’ [1-0].
Mineiro Aljustrelense: Miguel Cruz; Paulo Serrão; Nuno Alves; Marcos; Carlos Estebainha (cap); Carlos Borges; José Mestre; Nelson Raposo, Rubenilsson (João Paulo, 65'); Zé Luís Estebainha (Rui Pirralho, 82'); Semedo.
Treinador: Carlos Piteira
Suplentes não utilizados: Fábio Reis; Daniel Gomes; André Nascimento; Rafael Nogueira; Bruno Loures.
Golos: Nelson Raposo, 90+4’ (GP) [1-1].
Árbitro: Paulo Rodrigues – A. F. Setúbal Auxiliares: Diogo Fialho e Luís Saias





























